O campo de investimentos sempre pareceu estar um pouco distante da realidade do cidadão comum. Muitas das vezes atrelado à conceitos como ações da bolsa de valores, quantias altas, taxas e cálculos complicados, o ato de investir acaba sendo retratado como uma tarefa bem complicada e possível de ser alcançada apenas por um grupo seleto da sociedade.

Apesar da maioria das pessoas continuar atrelando a prática de investir apenas ao cenário da bolsa de valores ou de contas poupanças em bancos – o que é visto, respectivamente, como uma jogada arriscada e que trás resultados apenas a longo prazo -, com o avanço da tecnologia, as possibilidades de investimento têm se mostrado um leque cada vez mais amplo, dinâmico e acessível. Um dos maiores exemplos desse novo olhar sobre como aplicar o seu dinheiro é o crowdfunding imobiliário, tendência que já se consolidou no exterior e vem ganhando cada vez mais força e espaço na realidade brasileira.

Se você não conhece o conceito ou ainda tem dúvidas sobre como começar a fazer parte da parcela de pessoas que investe seu dinheiro dessa forma mais segura e inovadora, não precisa se preocupar: o objetivo deste artigo é exatamente te mostrar como o crowdfunding imobiliário pode mudar a sua ideia de investimento rentável!

Investindo em imóveis: o que você já conhece sobre o cenário imobiliário

Antes do crowdfunding imobiliário, já existiam no mercado outras maneiras de conseguir com que seu imóvel fosse um negócio rentável. Vamos, primeiramente, passar por elas, a fim de entender melhor como o investimento coletivo abarca mais dores dos investidores e, por isso, se faz da melhor opção atual para quem quer ganhar dinheiro investindo nesse setor.

Aluguel de imóvel

A verdade é que investir em imóveis não é novidade – enxergar propriedades privadas como um dos investimentos mais seguros do mercado é quase cultural e um entendimento que vem sido passado de geração em geração no nosso país. Entender o motivo por trás disso também não é muito difícil: por conta dos grandes momentos de instabilidade financeira sofrida no passado, ter um imóvel parecia a aposta mais certeira para que, quando a inflação parasse de crescer, as famílias tivessem um bem sólido do qual poderiam extrair renda.

Seguindo essa linha de raciocínio quase hereditária, ainda hoje muitas pessoas pensam o investimento em imóveis como a aquisição de uma propriedade para ser feita de aluguel. No entanto, apesar desse tipo de investimento realmente proporcionar uma renda fixa mensal e estar passível de uma possível valorização do imóvel, ele também apresenta problemas.

O primeiro (e mais óbvio) deles é a necessidade de um capital alto para a compra do imóvel em questão. Em seguida, temos a possibilidade de inconvenientes como o custo da residência enquanto essa ainda não estiver sendo ocupada por um inquilino, além das questões burocráticas por trás da compra em si.

Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs)

Nos FIIs basicamente você aplica seu dinheiro ao comprar uma cota do fundo de investimento junto com um grupo de pessoas. A função do gestor desse fundo é buscar opções que façam com que todos os cotistas consigam o maior rendimento possível.

A parte boa dos FIIs é que você tem a oportunidade de investir em vários tipos de imóveis gastando uma quantia baixa, uma vez que geralmente o valor mínimo para ser um cotista é de apenas R$100. Por outro lado, esse se configura como um investimento super arriscado, uma vez que depende não somente (da imprevisibilidade) do mercado como também do rendimento dos imóveis dos outros cotistas, que podem afetar diretamente no lucro recebido por você.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

Nesse caso, o que o investidor está fazendo é, basicamente, emprestando dinheiro para instituições financeiras, que estão captando recursos a fim de financiar o setor imobiliário. Ao final, você recebe o valor investido de volta com juros.

Um dos problemas do LCI, por exemplo, é que você só pode retirar o dinheiro gerado ao final do prazo determinado e esse prazo pode ser de meses ou anos. Ou seja, é uma aposta melhor para quem procura um retorno a médio ou longo prazo.

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)

O CRI é um tipo de investimento com retorno a um prazo ainda maior: a liquidez do Certificado de Recebíveis Imobiliários geralmente chega em um período de dois anos após o início do processo.

Um ponto de atenção nesse caso é que o CRI, diferentemente do LCI, não possui garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e, portanto, o valor recebido ao final do investimento pode não ser o esperado pelo investidor. Além disso, o capital mínimo exigido para o início do projeto é de R$10.000,00.

Crowdfunding Imobiliário: o que você precisa conhecer sobre o mercado de imóveis

Talvez você já tenha escutado o termo crowdfunding antes. Originalmente do inglês, significa financiamento coletivo e foi possibilitado pelo avanço da tecnologia comunicacional.

Conseguindo unir um grupo de pessoas que têm um interesse comum, o crowdfunding é basicamente como uma “vaquinha” potencializada pela internet, onde as pessoas conseguem colaborar juntas para que projetos possam sair do papel. Você já pode ter visto o financiamento coletivo ser usado, por exemplo, para a gravação de um cd de uma banda independente, para angariar fundos para a produção de um filme ou para arrecadar renda para uma obra social.

Esse sistema funciona de maneira a recompensar o colaborador ao final. Nos casos apresentados, essa recompensa poderia vir em forma do recebimento do cd físico, de peças de merchandising do filme e do sucesso da ação social preterida, por exemplo.

Mas o conceito que tem revolucionado a ideia do financiamento coletivo é seu uso como plataforma de investimento no setor imobiliário, o crowdfunding imobiliário.

Crowdfunding Imobiliário: como funciona na prática

Assim como foi dito ao início desse artigo, o investimento no mercado imobiliário sempre pareceu distante da realidade de cidadãos comuns, por assim dizer. Além da bolsa de valores ser retratada como algo frio e complicado, dificultando a entrada de novos investidores no campo, mesmo as outras opções “simples” já existentes, como vimos, apresentam problemas — necessidade de capital alto, instabilidade, além de altos riscos em relação à liquidez recolhida em alguns deles.  

O crowdfunding imobiliário chegou para mudar esse cenário: o seu maior objetivo é possibilitar que o ato de investir em imóveis seja acessível a todos!

Funciona assim: o investidor consegue se cadastrar em uma plataforma online e passa a poder escolher entre imóveis curados e selecionados por um grupo de especialistas na área para aplicar seu dinheiro — ou seja, ao investir, você compra apenas uma parte daquela obra. Com o fim do projeto, você recebe de volta o valor do seu investimento com lucros.

Quando comparado aos modelos mais tradicionais de investimento no setor de imóveis, o crowdfunding imobiliário se destaca por ser bem mais rápido e flexível, além de ser uma proposta de custo reduzido e fácil divulgação.

Mas afinal, existe diferença entre o crowdfunding imobiliário e os Fundos de Investimento Imobiliário?

Sim! Apesar das duas ofertas se parecerem bastante, à primeira vista, o crowdfunding imobiliário e o FII se diferenciam em aspectos cruciais para o investidor.

A primeira divergência entre as propostas é que, no investimento coletivo você tem a chance de escolher os projetos que deseja investir, enquanto no FII, como foi pontuado anteriormente, um agente é responsável por definir os imóveis onde o seu dinheiro será aplicado. Ou seja, no crowdfunding você tem uma autonomia maior para escolher quais propostas combinam mais com o que você deseja alcançar.

A rentabilidade do seu investimento é outro ponto chave nessa disputa. O FII tem uma rentabilidade que varia, geralmente, entre 0,6% e 0,7% ao mês, enquanto o crowdfunding imobiliário essa taxa pode chegar a um valor mensal de até 1,5%.

Outra característica que distancia as duas propostas é que, no FII, as cotas do investidor são passíveis de negociação na bolsa de valores — isto é, o investidor passa a ser refém da variação no valor da cota que, uma vez como ação, pode valorizar ou desvalorizar muito rapidamente. Por outro lado, o crowdfunding imobiliário foca-se no período de construção de um empreendimento e, portanto, a rentabilidade passa ser menos volúvel e se apresentar em valores maiores dos que os oferecidos pelos FIIs.

Mas não são apenas estas as vantagens de se aventurar pelo universo inovador do investimento coletivo do setor imobiliário. Há ainda outros pontos favoráveis que vão te fazer entender porque essa tendência tem crescido cada vez mais. Vamos a elas!

Ah, e se você quiser saber ainda mais a fundo sobre as diferenças entre o crowdfunding imobiliário e o Fundo de Investimento, é só acessar este artigo, que te conta tudo!

Quais as vantagens de apostar no cenário de investimento imobiliário coletivo

Já mencionamos a facilidade proporcionada pelo ambiente online e a autonomia que o investidor possui ao apostar no crowdfunding imobiliário, mas existem ainda outras vantagens nesse cenário inovador:

  • Inexistência de taxas: sem a necessidade de um gerente para controlar o seu dinheiro e autonomia garantida, o investimento coletivo não te faz ter que pagar taxas exaustivas durante seu processo de aplicação de dinheiro em imóveis;
  • Rentabilidade mínima garantida: com garantia contratual, mesmo que as vendas do(s) imóvel(eis) escolhido(s) não saiam como o esperado, o investidor ainda receberá remuneração ao final do processo;
  • Acessibilidade: o valor mínimo de investimento é de R$1000,00, o que, além de democratizar a possibilidade de aplicação no mercado imobiliário, tem uma rentabilidade elevada;
  • Transparência: mais uma vez, a autonomia proporcionada pelo crowdfunding imobiliário garante que o investidor tenha total clareza sobre onde seu dinheiro está sendo aplicado, quais os riscos e garatias e previsões de mercado;
  • Diversificação de portfólio: o crowdfunding também possibilita que o investidor escolha um número maior de imóveis onde estará investindo. Essa diversificação da carteira de investimentos gera uma segurança maior no processo.

Como começar a investir em crowdfunding imobiliário?

Como você pôde perceber com esse artigo, o conceito de investimento coletivo é uma oportunidade incrível para aplicar seu dinheiro sem ter que disponibilizar um alto ticket de entrada, além de se beneficiar com a a autonomia inclusa no processo e numa desejável garantia de renda mais simplificada.

O crowdfunding imobiliário apenas começou a crescer em cenário nacional, mas, segundo a Forbes, a projeção é de que esse mercado seja avaliado, mundialmente, em mais de U$300 bilhões até 2025 – o que significa um crescimento exponencial também dentro do Brasil.

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