Investindo pela INCO

    Como investir pela INCO

    Investir pela INCO significa emprestar capital, junto com outros investidores, para empresas que passaram por análise de crédito da plataforma. Você escolhe em quais operações quer participar, a partir de R$ 500 por oferta, e recebe os pagamentos conforme o cronograma definido no prospecto de cada operação.

    Quem pode investir

    Pessoas físicas maiores de 18 anos, com CPF ativo e que não sejam Pessoas Politicamente Expostas (PEP). O cadastro é feito pelo aplicativo da INCO e inclui verificação de identidade e definição do perfil de investidor.

    Passo a passo do investimento

    1. 1Toque em "Investir" na tela inicial do aplicativo.
    2. 2Analise as oportunidades abertas: taxa, prazo, forma de pagamento, garantias e grau de risco estão no prospecto da oferta.
    3. 3Defina o valor do aporte, respeitando o mínimo de R$ 500 por oferta.
    4. 4Pague com saldo na conta digital INCO ou por reserva, com prazo de pagamento até as 11h do próximo dia útil.
    5. 5Após a confirmação, o investimento é processado e passa a ser acompanhado pelo aplicativo.

    Depósitos e saques

    • Depósito — feito via Pix para a conta digital INCO vinculada ao seu CPF. Transferências de contas de terceiros não são aceitas.
    • Saque — solicitado pelo aplicativo, para uma conta bancária de mesma titularidade.
    • Custo — a INCO não cobra taxa de cadastro, custódia, administração ou performance do investidor.

    Grau de risco: de A a E

    O grau de risco é uma classificação atribuída pela INCO para avaliar a capacidade e a disposição da empresa tomadora de honrar os pagamentos da operação. Ele varia de A (menor risco) a E (maior risco).

    A classificação considera situação econômico-financeira, endividamento, geração de resultados, histórico de pagamentos e garantias oferecidas. O grau de cada oferta é informado antes da decisão de investir.

    Garantias das operações

    As garantias variam conforme cada captação. As mais comuns são:

    • Garantias pessoais (aval) — uma pessoa física ou jurídica, normalmente os sócios da empresa tomadora, assume a responsabilidade de pagar a dívida caso a empresa não cumpra a obrigação.
    • Garantias reais — bens ou direitos vinculados à operação, como imóveis ou recebíveis. Um exemplo é a alienação fiduciária, em que o bem fica vinculado ao credor até a quitação da dívida.

    A existência de garantias não elimina o risco do investimento nem assegura a recuperação total do valor investido. As garantias aplicáveis a cada operação estão descritas no prospecto, disponível no aplicativo antes da confirmação do aporte.

    Quais são os riscos

    • Risco de crédito (inadimplência) — a empresa tomadora pode atrasar ou não realizar os pagamentos previstos. Nesses casos, o investidor pode sofrer perda parcial ou total do capital investido, mesmo com a adoção de medidas de cobrança.
    • Risco de mercado — mudanças em juros, inflação, decisões de bancos centrais, eventos políticos ou crises econômicas podem afetar a capacidade de pagamento da empresa e o retorno esperado.
    • Risco específico da operação — estrutura jurídica, prazo, garantias, setor e grau de risco influenciam diretamente o risco assumido pelo investidor.
    • Risco de liquidez — as operações têm prazo definido e não têm liquidez diária. Você recebe conforme o cronograma da oferta.

    Os investimentos realizados pela INCO não contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

    O que acontece em caso de inadimplência

    1. 1Cobrança preventiva: a INCO acompanha os vencimentos e envia alertas de pagamento à empresa tomadora antes da data prevista.
    2. 2Cobrança administrativa: a partir do 1º dia de atraso, a empresa e os avalistas são comunicados. Com 30 dias de atraso, podem ser negativados nos órgãos de proteção ao crédito.
    3. 3Negociação: pode haver renegociação quando existe intenção real de pagamento. Os valores renegociados incluem multa e juros de mora.
    4. 4Cobrança judicial: sem acordo, a cobrança segue para a via judicial. A INCO reúne os investidores em uma ação coletiva conduzida por escritórios parceiros, remunerados apenas em caso de sucesso; a INCO antecipa as custas iniciais e é reembolsada se houver êxito.

    De quem é a responsabilidade

    A INCO é responsável por intermediar o acesso às oportunidades, disponibilizar informações sobre as operações e realizar análises prévias das empresas tomadoras, conforme os critérios regulatórios aplicáveis.

    A INCO não garante rentabilidade, não assegura o pagamento dos investimentos e não assume o risco de inadimplência das empresas emissoras. A decisão de investir é sempre do investidor, com base nas informações do aplicativo e nos documentos da oferta.

    Perguntas frequentes

    Qual o valor mínimo para investir pela INCO?

    O aporte mínimo é de R$ 500 por oferta. Não há taxa de adesão, custódia ou manutenção de conta para o investidor.

    Os investimentos da INCO têm garantia do FGC?

    Não. As operações intermediadas pela INCO não contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos. A proteção existente é a estrutura de garantias específica de cada operação, descrita no prospecto.

    Posso resgatar antes do vencimento?

    Não. As operações têm prazo definido e não possuem liquidez diária. Os pagamentos seguem o cronograma da oferta. Em alguns casos a empresa tomadora pode liquidar a operação antecipadamente, o que é informado ao investidor.

    A lei brasileira permite esse tipo de investimento?

    Sim. A plataforma atua em conformidade com as normas aplicáveis, incluindo as exigências do Banco Central do Brasil (Bacen) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme o tipo de operação oferecida.

    Como a INCO é remunerada?

    Pelas empresas que captam recursos na plataforma, em duas etapas: parte no sucesso da captação, quando a oferta é concluída, e parte ao longo do prazo do investimento, referente ao acompanhamento da operação. O investidor não paga taxa à INCO.

    Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A INCO não garante retorno, não assegura o pagamento das operações e não assume o risco de inadimplência das empresas emissoras. Os investimentos não são cobertos pelo FGC.

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