Transparência

    Rentabilidade histórica da INCO: o que os números dizem

    A carteira histórica da INCO acumula rentabilidade equivalente a mais de 180% do CDI, líquida das eventuais perdas desde 2018. Investir na economia real pode oferecer rentabilidades altas, mas envolve riscos. A INCO busca mitigar esses riscos com seleção criteriosa das operações, estruturação de garantias robustas, acompanhamento próximo dos projetos e cobrança e recuperação quando há problemas. Ainda assim, alguns projetos podem atrasar ou gerar perdas. Esses números refletem operações passadas e não constituem promessa de retorno futuro.

    O que significa render mais de 180% do CDI

    Significa que, no período analisado, a carteira histórica rendeu mais de 1,8 vez o CDI acumulado do mesmo intervalo, já líquida das eventuais perdas. Não é uma taxa anual garantida nem a taxa de uma oferta específica: é o desempenho agregado das operações já realizadas.

    Cada oferta publicada tem taxa, prazo e forma de remuneração próprios, informados no prospecto antes da decisão de investir. A rentabilidade da sua carteira depende de quais operações você escolheu e de como elas se comportaram.

    Como o resultado é construído

    • Seleção criteriosa — aproximadamente 2 a 3 projetos aprovados a cada 100 analisados. Situação financeira, endividamento, histórico de pagamentos e garantias definem se a operação vai ao ar e com qual grau de risco.
    • Classificação de risco de A a E — o grau é publicado junto da oferta, para que o investidor precifique o risco que está assumindo.
    • Estrutura de garantias — aval dos sócios, alienação fiduciária de imóveis e cessão de recebíveis, conforme cada operação. Garantias mitigam riscos, mas não os eliminam nem garantem retorno.
    • Cobrança ativa — processo escalonado do alerta preventivo até a ação judicial coletiva quando há atraso ou inadimplência.

    Nenhum desses mecanismos elimina o risco de perda. Eles existem para gerenciá-lo, não para anulá-lo.

    Atrasos, perdas e volume já vencido

    A plataforma já registra mais de R$ 1 bilhão em operações já vencidas. No estoque atual, 1,7% das operações em atraso.

    Uma operação em atraso não significa perda automática: ela entra em cobrança e recuperação, com execução das garantias previstas em contrato quando necessário. Ainda assim, parte dos casos pode resultar em perda parcial ou total para o investidor.

    O detalhamento histórico do índice de inadimplência por grau de risco é publicado na central de ajuda oficial da INCO.

    O que a INCO não promete

    • Não garante rentabilidade, presente ou futura.
    • Não assegura o pagamento das operações nem assume o risco de inadimplência das empresas emissoras.
    • Não oferece cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
    • Não oferece liquidez diária: os recursos ficam alocados até o vencimento da operação.

    Perguntas frequentes

    A rentabilidade histórica de mais de 180% do CDI é garantida?

    Não. É o desempenho histórico agregado da carteira, referente a operações já realizadas. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A INCO não garante retorno, não assegura o pagamento das operações e não assume o risco de inadimplência das empresas emissoras. Os investimentos não são cobertos pelo FGC.

    A carteira da INCO já teve perdas?

    Sim, operações individuais já registraram inadimplência — o índice por grau de risco é publicado mês a mês. O resultado acumulado da carteira considera esses eventos.

    Onde vejo a rentabilidade de uma oferta específica?

    No prospecto da oferta, disponível no aplicativo antes da confirmação do investimento. Ele traz taxa, prazo, forma de pagamento, garantias e grau de risco.

    Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A INCO não garante retorno, não assegura o pagamento das operações e não assume o risco de inadimplência das empresas emissoras. Os investimentos não são cobertos pelo FGC.

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